Carregue menos
Um consultor estava dando uma palestra sobre gerenciamento de tensão: Como controlar e administrar os problemas do dia-a-dia no trabalho e fora dele.
De repente, ele levantou um copo d'água e perguntou para a platéia:
- Quanto vocês acham que pesa este copo d'água?
As respostas variaram de vinte a quinhentos gramas. O especialista, então, fez o seguinte comentário:
- Não importa o peso absoluto. Tudo depende do tempo que fico segurando o copo d'água.
Se eu seguro por um minuto, tudo bem.
Se fico segurando durante uma hora, meu braço vai doer.
Se eu ficar como copo na mão o dia inteiro, vocês vão ter que chamar uma ambulância...
O peso é o mesmo, mas quanto mais tempo passo segurando o copo, mais pesado ele vai ficando...
Se a gente carrega as nossas cargas de preocupação o tempo todo, mais cedo ou mais tarde não vamos mais ser capazes de suportá-las porque o fardo vai ficar cada vez mais pesado.
O que a gente tem que fazer é deixar essa carga em algum lugar e descansar um pouco, antes de voltar e carregá-la novamente.
Experimente deixar o peso do trabalho em algum canto antes de voltar pra casa.
Aproveite ao máximo o tempo precioso que você tem com a sua família e com os seus amigos.
Cada momento desse, vivido com leveza e descontração, é único!
E deixa a vida muito mais leve!
(Autor Desconhecido)
* Amigos, voltando aos poucos aqui ok?!? Bjus...
'' Nada é permanente nesse mundo cruel,
nem mesmo os nossos problemas! ''
Charles Chaplin
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Vida morna
Gente achei esse texto, num blog super interessante e queria mostrar pra vcs!!! Vale a pena ...
"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador (...) O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia." (Martha Medeiros)
Estive pensando hoje sobre o quanto a gente se permite amornar a vida. Quase conseguimos o emprego dos sonhos, faltaram dois pontos para passar naquele concurso, estivemos à beira de cometer uma loucura deliciosa por amor, perdemos três dos cinco quilos em excesso, compramos a casa que era quase igual a que desejávamos, saímos sempre cinco dos dez minutos necessários para não pegar fila no trânsito, demos um "quase perfeito" ao encontro romântico, enfim, aprendemos que quase nada sai como planejamos e nos conformamos com a pilha de frustrações que vamos acumulando nas quatro paredes que dividem conosco alegrias contidas e tristezas camufladas.
O que nos leva a amornar a vida? É tão mais fácil, não é? Ser mais ou menos simpático para evitar falácias, dar um meio sorriso a mostrar indignação, um abraço frouxo, indolente a ter que se justificar pela repulsa que sentimos ao calor do outro. Por que ser inflamado, tenso, exaltado se a serenidade e o equilíbrio são tão mais afáveis? O problema é que essa droga de vida “mais ou menos” aborrece. As pessoas mornas cansam. O amor tépido enjoa. Essa falta de tesão por tudo enfastia.
O ano termina e tudo continua simetricamente inalterado: os dias sem cor, os meses sem brilho, até a forma como damos bom-dia e boa-noite (é exatamente igual). Percebemos também que o sorriso espontâneo deu lugar ao gesto forçado que dói para se desenhar no rosto, mas a gente não se preocupa com isso, pois a pessoa ao nosso lado, por sua vez, nos devolve com a mesma gentileza o desprazer em dividir aquele que foi o lugar de promessas e prazeres.
Quem se deixa entrar nesse processo conhece bem os sintomas de quando as coisas já não têm mais o que amornar. A verdade é que somos permissivos, acabamos deixando de olhar onde estagnamos e passamos a ver somente os defeitos de quem está conosco e, como num mecanismo de autodefesa à própria incapacidade de reação, culpamos ainda mais o outro por nos encontrarmos impedidos de ir em busca de alguém que nos reacenda esse tesão pela vida e por todas as vicissitudes que ela apresenta. Ninguém quer viver sozinho, mas a solidão muitas vezes é maior quando, acompanhados, não nos enxergamos. E como pesa essa amarra que nos aprisiona o corpo e a mente, tornando-nos reféns da nossa própria sorte.
O fato é que nos calamos, chegando ao ponto de não termos mais o que falar; não existe linguagem que esclareça o que está indecifrável. Falta sensibilidade para perceber que nem tudo pode ser resolvido com uma ou duas conversas amistosas, talvez, nessa hora, seja o caso de apagar a luz e sussurrar uma ou duas palavras desconexas no ouvido, apenas para traduzir ou testar o que se sente e deixar aos gestos (que falam a linguagem do prazer) as possíveis respostas para acabar com a mornidão presente.
Mas, contrapondo a minha própria fala, eu não resistiria em levantar a seguinte possibilidade: - E se não estivermos esperando por respostas? E se o desejo interior, ainda que inconsciente, seja sair do tom pastel buscando o desconhecido? Mesmo que isso represente algo misterioso, disforme, obscuro, doloroso, cheio de incoerência e sem garantia de retorno à tepidez. Pode, sim, valer a pena.
Sabe-se lá de que maneira, de repente, a gente sente uma irritação por dentro, bradando por mudança. Talvez seja o caso de desequilibrar a balança e pender para o lado que parece mais atraente, que justifica o dormir e acordar com direito a abrir a janela e observar a paisagem sob outro enfoque, ou quem sabe nem abri-la, dando ao impulso a oportunidade de sair de casa e contemplar a paisagem livremente, com o vento remexendo os cabelos e a chuva fina batendo no rosto a descobrir uma nova face, sem a máscara da embriaguez passiva que nos põe cegos e surdos para os ecos inquietantes e multicoloridos da alma.
Ando mesmo com a garganta seca e as mãos suando frio na expectativa de que algo aconteça, seja um sorriso espontâneo ou uma lágrima pronta para se formar no canto esquerdo do meu olho. Eu preciso de febre, inquietação, de gosto de morango na boca, de uma ou duas aspirações que me puxem para a frente e me permitam olhar para dentro, percebendo até onde posso e quero ir.
Estou exausta de insipidez, falta, ausência, privação, carência. Não há mais tempo para esperar o entorno da estação. Sinto que é iminente me libertar das palavras vazias e da falta do calor que inflama, inebria, deixa o corpo suado de vida, de vontade de aquecer ao sol as cores neutras até enrubescerem. E nesse desespero resignado, adormecido, acabrunhado, que anda em círculos pela sala, eu possa me valer da coragem que anda escondida para, deliberadamente, escancaradamente, olhar-me no espelho e perceber que estou viva.
(Texto encontrado em : Afrodite para maiores)
"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador (...) O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia." (Martha Medeiros)
Estive pensando hoje sobre o quanto a gente se permite amornar a vida. Quase conseguimos o emprego dos sonhos, faltaram dois pontos para passar naquele concurso, estivemos à beira de cometer uma loucura deliciosa por amor, perdemos três dos cinco quilos em excesso, compramos a casa que era quase igual a que desejávamos, saímos sempre cinco dos dez minutos necessários para não pegar fila no trânsito, demos um "quase perfeito" ao encontro romântico, enfim, aprendemos que quase nada sai como planejamos e nos conformamos com a pilha de frustrações que vamos acumulando nas quatro paredes que dividem conosco alegrias contidas e tristezas camufladas.
O que nos leva a amornar a vida? É tão mais fácil, não é? Ser mais ou menos simpático para evitar falácias, dar um meio sorriso a mostrar indignação, um abraço frouxo, indolente a ter que se justificar pela repulsa que sentimos ao calor do outro. Por que ser inflamado, tenso, exaltado se a serenidade e o equilíbrio são tão mais afáveis? O problema é que essa droga de vida “mais ou menos” aborrece. As pessoas mornas cansam. O amor tépido enjoa. Essa falta de tesão por tudo enfastia.
O ano termina e tudo continua simetricamente inalterado: os dias sem cor, os meses sem brilho, até a forma como damos bom-dia e boa-noite (é exatamente igual). Percebemos também que o sorriso espontâneo deu lugar ao gesto forçado que dói para se desenhar no rosto, mas a gente não se preocupa com isso, pois a pessoa ao nosso lado, por sua vez, nos devolve com a mesma gentileza o desprazer em dividir aquele que foi o lugar de promessas e prazeres.
Quem se deixa entrar nesse processo conhece bem os sintomas de quando as coisas já não têm mais o que amornar. A verdade é que somos permissivos, acabamos deixando de olhar onde estagnamos e passamos a ver somente os defeitos de quem está conosco e, como num mecanismo de autodefesa à própria incapacidade de reação, culpamos ainda mais o outro por nos encontrarmos impedidos de ir em busca de alguém que nos reacenda esse tesão pela vida e por todas as vicissitudes que ela apresenta. Ninguém quer viver sozinho, mas a solidão muitas vezes é maior quando, acompanhados, não nos enxergamos. E como pesa essa amarra que nos aprisiona o corpo e a mente, tornando-nos reféns da nossa própria sorte.
O fato é que nos calamos, chegando ao ponto de não termos mais o que falar; não existe linguagem que esclareça o que está indecifrável. Falta sensibilidade para perceber que nem tudo pode ser resolvido com uma ou duas conversas amistosas, talvez, nessa hora, seja o caso de apagar a luz e sussurrar uma ou duas palavras desconexas no ouvido, apenas para traduzir ou testar o que se sente e deixar aos gestos (que falam a linguagem do prazer) as possíveis respostas para acabar com a mornidão presente.
Mas, contrapondo a minha própria fala, eu não resistiria em levantar a seguinte possibilidade: - E se não estivermos esperando por respostas? E se o desejo interior, ainda que inconsciente, seja sair do tom pastel buscando o desconhecido? Mesmo que isso represente algo misterioso, disforme, obscuro, doloroso, cheio de incoerência e sem garantia de retorno à tepidez. Pode, sim, valer a pena.
Sabe-se lá de que maneira, de repente, a gente sente uma irritação por dentro, bradando por mudança. Talvez seja o caso de desequilibrar a balança e pender para o lado que parece mais atraente, que justifica o dormir e acordar com direito a abrir a janela e observar a paisagem sob outro enfoque, ou quem sabe nem abri-la, dando ao impulso a oportunidade de sair de casa e contemplar a paisagem livremente, com o vento remexendo os cabelos e a chuva fina batendo no rosto a descobrir uma nova face, sem a máscara da embriaguez passiva que nos põe cegos e surdos para os ecos inquietantes e multicoloridos da alma.
Ando mesmo com a garganta seca e as mãos suando frio na expectativa de que algo aconteça, seja um sorriso espontâneo ou uma lágrima pronta para se formar no canto esquerdo do meu olho. Eu preciso de febre, inquietação, de gosto de morango na boca, de uma ou duas aspirações que me puxem para a frente e me permitam olhar para dentro, percebendo até onde posso e quero ir.
Estou exausta de insipidez, falta, ausência, privação, carência. Não há mais tempo para esperar o entorno da estação. Sinto que é iminente me libertar das palavras vazias e da falta do calor que inflama, inebria, deixa o corpo suado de vida, de vontade de aquecer ao sol as cores neutras até enrubescerem. E nesse desespero resignado, adormecido, acabrunhado, que anda em círculos pela sala, eu possa me valer da coragem que anda escondida para, deliberadamente, escancaradamente, olhar-me no espelho e perceber que estou viva.
(Texto encontrado em : Afrodite para maiores)
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renovação
sábado, 2 de abril de 2011
Saber se deixar podar faz parte da evolução
Aprendi com a primavera a me cortar... E a voltar sempre inteira.
Cecília Meireles
A frase de Cecília Meireles tem me acompanhado nos últimos tempos. Além de linda, as palavras são profundas e nos revelam a docilidade que a poetisa tinha com as letras. Um dia sonhei em me tornar escritora, na época em que livros eram grandes reveladores para mim. Eu gostava dos mais empueirados, velhos, com páginas amareladas. Hoje ainda gosto demais de livros, mas o conteúdo que ando lendo mudou bastante.
A vida sempre nos surpreende. A frase de Cecília me faz lembrar o pensamento de algum escritor - que eu não me lembro qual - que falava sobre os momentos da vida. Ele nos fazia lembrar que a vida é assim mesmo, reveladora, misteriosa. Que quando acreditamos estar prontos e termos aprendido praticamente tudo o que se possa saber sobre a vida, é justamente nessa hora que nossa história muda totalmente.
E o tempo nos prova isso. As vezes acontece a fase da calmaria. Em outros momentos vivemos a fase da solidão. Em outros são os dias dos encontros, reencontros. E há também as fases de dor e tristeza. Essas, querendo a gente ou não, são as melhores para nos fazer amadurecer, crescer. Acontece para nos provar, para nos revelar quanto somos e podemos ser fortes.
É por isso que as palavras de Cecília mexe tanto comigo. O momento é de turbulência e com coração apertado a gente não brinca. É preciso parar tudo, respirar profundamente e dar um jeito de tocar essa "barca" gigante que precisamos direcionar com tanta responsabilidade. Então em tempos assim, eu leio frases belas como essa, vejo filmes encantadores, me recolho, volto-me para mim mesma.
A importância desses momentos se revelam no resultado que a dor nos proporciona. Deus sempre nos concede força. É incrível o poder de sua misericórdia. E é incrível como somos atendidos quando clamamos com fevor e amor sincero no coração. POrque todos nós sabemos que Ele não nos dá a carga maior do que não podemos suportar. Nada vai além do limite. O limite somos nós mesmos. E também o respeito que precisamos ter para com os outros, de forma correta e justa.
Todo mundo tem o seu tempo. Há o tempo de semear, há o tempo de regar, tempo de cultivar, cuidar e há também o tempo de se deixar podar. Porque na poda, nos encolhemos para crescer depois. Nos permitimos ficar pequenos, sensíveis, frágeis até, só para depois florecermos ainda mais belos, revigorados, fortes. É a vida aconteendo como as flores na primavera. É a vida pulsando o tempo de cada um e nos exercitando um pouco mais desse presente maravilhoso que é viver.
(Texto encontrado na internet, autor desconhecido.)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Um homem inteligente falando das mulheres...
Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém.
Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.
Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.
Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!
Luiz Fernando Veríssimo
Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém.
Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro.
Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.
Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!
Luiz Fernando Veríssimo
segunda-feira, 21 de março de 2011
É impressionante, a gente passa a vida escutando as pessoas falarem varias coisas sobre amor próprio, e na maioria das vezes não coloca nada em pratica, acha tudo uma lorota e nem da idéia. Mais chega uma hora que a vida te da um chacoalhão e tudo que vc escutou e não deu ouvido começa a fazer sentido!
Na verdade eu cheguei a conclusão que a gente só aprende quando sente na pele...
E eu estou aprendendo tanta coisa boa... Se conselho vale-se !!!
Eu queria ter aprendido a me priorizar antes, a dar menos valor aos exageros do amor, da paixão, a dar mais valor ao amor proprio, as minhas crenças, e meus projetos...
Quando a gente gosta a gente faz tanta loucura, abre mão do que gostamos, do que acreditamos,damos prioridade as prioridades do outro, trocamos nossos sonhos pelo sonho do outro, e quando a gente acorda dessa cegueira, a gente ta vazia...
Por isso hoje se eu pudesse dar um conselho, principalmente para as mulheres, (porque a gente ama com mais intensidade né amigas) por mais que na hora que a gente escuta parece a maior besteira de todas, eu diria :
se ame primeiro, se priorize primeiro, e não abra mão de sua vida pela vida do outro! Não que ele não mereça, quem não merece é vc, na verdade ninguém merece e as pessoas só fazem com a gente, o que a gente permite!!!
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Desafio: Queira mais
Hoje acordei com uma idéia muito forte em minha cabeça, por que será que a gente se acostuma tanto com qualquer coisa???
Eu explico...
Muitos de nós se acostuma com o que não gosta, o emprego mais ou menos, o namoro mais ou menos, relaçoões mais ou menos...
Que mania é essa de aceitar tudo pelo metade???
O costume, a rotina, e a mania de se acomodar com as situações de nossas vidas,desgastam nossas relações, destroem nossa autoestima e afinal de contas, pq se contentar com qualquer coisa?
Queiram mais, mais do amor, mais do trabalho,mais das relações, mais da vida!!!
REAJA! Levante, corra,dançe,sorria!!!
A ambição só é defeito quando aplicada em excesso, na quantidade certa é uma virtude. As pessoas vencedoras, não são vencedoras porque aceitaram qualquer coisa da vida, elas são vencedoras por se incomodarem, por quererem mais e lutar por isso.
Por isso hoje eu desafio vocês a querem mais da suas vidas, dos seus amores, do seu trabalho, enfim de VOCÊ !
Deixo abaixo, algumas palavras de uma pessoa sabia, que viveu uma vida de muita luz e caridade...
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier
Eu explico...
Muitos de nós se acostuma com o que não gosta, o emprego mais ou menos, o namoro mais ou menos, relaçoões mais ou menos...
Que mania é essa de aceitar tudo pelo metade???
O costume, a rotina, e a mania de se acomodar com as situações de nossas vidas,desgastam nossas relações, destroem nossa autoestima e afinal de contas, pq se contentar com qualquer coisa?
Queiram mais, mais do amor, mais do trabalho,mais das relações, mais da vida!!!
REAJA! Levante, corra,dançe,sorria!!!
A ambição só é defeito quando aplicada em excesso, na quantidade certa é uma virtude. As pessoas vencedoras, não são vencedoras porque aceitaram qualquer coisa da vida, elas são vencedoras por se incomodarem, por quererem mais e lutar por isso.
Por isso hoje eu desafio vocês a querem mais da suas vidas, dos seus amores, do seu trabalho, enfim de VOCÊ !
Deixo abaixo, algumas palavras de uma pessoa sabia, que viveu uma vida de muita luz e caridade...
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier
quinta-feira, 3 de março de 2011
Sentimentos e saúde
Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!
O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!
O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!
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